Uso solto
Cada pessoa usa uma ferramenta, do seu jeito. O ganho fica com o indivíduo e não vira processo.
Colocamos agentes de IA para trabalhar num processo real da sua organização em 30 dias. A equipe segue no comando, e regras claras protegem dados e decisões.
Cada pessoa usa uma ferramenta, do seu jeito. O ganho fica com o indivíduo e não vira processo.
Dados de beneficiários, produtores e financiadores circulam sem regra. Ninguém sabe o que foi enviado para onde.
A equipe faz um treinamento, volta para a rotina e tudo continua igual. Ferramenta sem processo não muda o trabalho.
Treinamos o time no próprio processo. Quem conhece o território segue no comando e passa a entregar trabalho de especialista, com o poder da IA.
Cada agente tem função, limites e um supervisor humano. Eles leem, organizam, conferem e redigem, sempre ajustados à realidade de vocês.
Política de uso, cuidado com dados sensíveis, registro de decisões e trilha de auditoria. Cada resultado mostra de onde veio.
Os dados, o conhecimento e o jeito certo de fazer ficam com vocês. Cada processo implantado vira um ativo da organização: documentado, auditável e independente de uma ferramenta específica.
Nada de curso genérico. A formação acontece em cima do processo real da organização: cada pessoa aprende o que a IA faz, o que ela não faz e como revisar o resultado com segurança.
Quem opera, quem revisa e quem aprova aprendem coisas diferentes.
Os exercícios são os documentos e casos da própria equipe.
Dados sensíveis, limites da IA e quando chamar um humano.
Registros de visita, fotos e medições organizados em relatórios consistentes.
Despesas e evidências checadas contra as regras de cada financiador.
Atas, encaminhamentos e responsáveis registrados para todo mundo encontrar.
Escolhemos juntos o processo que mais consome a equipe e mais pesa se der errado.
Evidências e despesas conferidas contra as regras de cada edital.
Dados de campo virando relatórios de impacto consistentes.
Leitura de chamadas, elegibilidade e primeiras versões a partir do histórico.
Atas, encaminhamentos e responsáveis registrados com memória.
Contratos, normas e procedimentos fáceis de encontrar e de entender.
Triagem de pedidos e respostas a parceiros, sempre com revisão humana.
Antes de qualquer contrato, uma demonstração sobre um documento real de vocês.
O processo como ele é de verdade: quem faz, onde trava, que dados circulam.
O que a IA pode fazer, com quais dados, quem revisa e quem decide.
Agentes configurados e equipe treinada operando junto, no trabalho real.
Tempo, qualidade e erros comparados com o antes, tudo documentado.
Depois, a gente acompanha todo mês: ajustes, novas pessoas na equipe, regras atualizadas e resultados medidos.
Começar por um processo →Toda decisão com consequência para pessoas, recursos ou território passa por alguém da equipe.
Cada número e cada texto mostram de qual documento ou dado vieram. Se não dá para rastrear, não sai.
Regras claras para dados sensíveis, alinhadas à LGPD, e ferramentas escolhidas com esse critério.
Não revendemos nenhuma ferramenta. Recomendamos o que serve ao processo, não a um fornecedor.
Nascemos na Amazônia, onde o trabalho é feito com equipes enxutas e muita responsabilidade.
A Raiz Labs é uma empresa que implanta inteligência artificial com governança em organizações de impacto. Em 30 dias, coloca agentes de IA para trabalhar num processo real, treina a equipe para operar como especialista e deixa regras claras sobre dados e decisões.
Não achou a sua? Chame no WhatsApp ou escreva para ola@raizlabs.com.br.
A Raiz Labs implanta inteligência artificial com governança em organizações de impacto. Em 30 dias, colocamos agentes de IA para trabalhar num processo real da organização, treinamos a equipe para operar como especialista e deixamos regras claras sobre dados e decisões. Atendemos cooperativas, ONGs, institutos, startups de bioeconomia e o setor público.
Na semana 1 mapeamos o processo como ele é de verdade. Na semana 2 definimos as regras: o que a IA pode fazer, com quais dados, quem revisa e quem decide. Na semana 3 configuramos os agentes e treinamos a equipe no trabalho real. Na semana 4 medimos tempo, qualidade e erros em comparação com o antes. Depois, acompanhamos mensalmente.
Sim. Treinamos equipes para trabalhar como especialistas com o poder da IA, mas não com curso genérico. A formação é por função (quem opera, quem revisa, quem aprova), usa os documentos e casos da própria organização e ensina uso seguro e responsável, incluindo os limites da IA e quando chamar um humano.
Um curso ensina a ferramenta e a equipe volta para a rotina sem mudar o trabalho. A Raiz Labs entrega um processo funcionando: a IA aplicada a uma tarefa real, a equipe treinada para operá-la e as regras de governança escritas e em uso. O resultado é medido antes e depois.
Governança de IA é o conjunto de regras que define como a organização usa inteligência artificial: quais ferramentas são permitidas, que dados podem ser usados, quem revisa e quem decide, e como cada resultado é registrado. Sem isso, cada pessoa usa a IA do seu jeito, dados sensíveis circulam sem controle e financiadores e órgãos de controle ficam sem garantias.
Os dados ficam com a organização. Definimos regras para dados pessoais e sensíveis de beneficiários, produtores, comunidades e parceiros, alinhadas à LGPD, e escolhemos ferramentas compatíveis com essas regras. Sempre que possível, trabalhamos com dados anonimizados, e todo resultado da IA mostra de qual documento ou dado veio.
Não. A nossa abordagem é o contrário: a IA faz o trabalho repetitivo e a equipe passa a entregar trabalho de especialista. Toda decisão com consequência para pessoas, recursos ou território continua passando por alguém da equipe.
Os mais comuns são prestação de contas a financiadores, monitoramento de campo e indicadores de impacto, propostas e editais, atas e registro de decisões, gestão de contratos e documentos, e atendimento e comunicação com parceiros. Escolhemos juntos o processo que mais consome a equipe e mais pesa se der errado.
Sim. Agentes de IA podem reunir documentos, conferir despesas e evidências contra as regras de cada edital ou financiador, apontar pendências e redigir primeiras versões de relatórios. A equipe revisa e aprova, e cada número mostra a sua origem, o que facilita auditorias.
Para organizações que cuidam de gente e de território: cooperativas, ONGs e organizações da sociedade civil (OSCs), institutos e fundações, projetos de restauração e startups de bioeconomia, e órgãos do setor público. Institutos e financiadores também podem contratar o trabalho para as organizações que apoiam.
Não. Trabalhamos com equipes enxutas e sem área de tecnologia. A configuração dos agentes fica com a Raiz Labs, e a equipe aprende a operar e revisar o processo no dia a dia.
Somos neutros: não revendemos nenhuma ferramenta. Recomendamos o que serve ao processo e às regras de dados da organização, o que pode incluir assistentes como Claude, ChatGPT ou Gemini, modelos abertos e automações. A escolha é documentada para que a organização não fique presa a um fornecedor.
Depende do processo e do tamanho da equipe. O primeiro passo é uma conversa de 45 minutos e uma demonstração sobre um caso real da organização, antes de qualquer contrato. Depois enviamos uma proposta com escopo, prazo e valor fechados para a implantação de 30 dias e, se fizer sentido, para o acompanhamento mensal.
Sim. A Raiz Labs fica em Belém do Pará e atende organizações de todo o Brasil, com trabalho remoto e encontros presenciais quando o projeto pede. Conhecemos de perto a realidade da Amazônia e de equipes que trabalham longe dos grandes centros.
Preencha o formulário de contato no site ou chame no WhatsApp (91) 98631-5735. Na primeira conversa entendemos o contexto e escolhemos um processo para a demonstração.
Conte um pouco sobre a sua organização. A conversa continua no WhatsApp, e marcamos 45 minutos com uma demonstração sobre um caso real de vocês.